AFraternidade Feminina foi criada pela Constituição do GOB em 1967, normatizada pela Lei nº 030 de 09/10/96 aditada e alterada pela Lei nº 0081 de 23/06/2005. É uma associação paramaçônica, patrocinada pelo Grande Oriente do Brasil, vinculada a uma ou mais Lojas Maçônicas da Federação.

A FRATERNIDADE FEMININA não é uma “maçonaria feminina”, mas sim uma organização para-maçônica, com personalidade própria, estatuto, e ideário dos mais sublimes.

Normalmente as Fraternidades são formadas por esposas de maçons, chamadas por nós de “cunhadas”, sobrinhas e parentes de maçons. Senhoras e moças do convívio de maçons também podem se integrar.

A organização das Fraternidades Femininas tem sua representatividade em todos os níveis, a exemplo das Lojas Maçônicas, assim, existe uma organização Nacional, Estadual, Regional e Local (de cada Loja).

A Diretoria Nacional, as Diretorias Estaduais e os Grão-Mestres Estaduais, estão desenvolvendo todo o apoio necessário para o fortalecimento das Fraternidades Femininas. Entende-se que uma Loja Maçônica será sempre mais alegre, pacífica e trabalhadora, com a presença e participação das mulheres. Elas são instrumentos de integração e fortalecimento da Família, instituição considerada a mais importante pela Maçonaria.

Então, ao cadastrar a sua Fraternidade, emitir o seu relatório, pode-se identificar e somar toda a atividade feminina paramaçônica do país, pleiteando novos apoios.

As atividades femininas numa Loja Maçônica, conscientizam os maçons do papel da mulher na educação, saúde, união e presença cristã em nossos lares.

Então, nós maçons, devemos incentivar nossas mulheres a organizar a Fraternidade Feminina dentro da uma Loja Maçônica, sempre apoiadas e em consonância com o Venerável e os membros do Quadro, passando a dar suporte e motivação ao trabalho das causas sociais, como APJ, Maçonaria Contra as Drogas, assistência social e beneficência.

OBJETIVOS

A Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul tem por objetivo:

I – Desenvolver trabalhos de natureza cultural, promovendo debates, encontros, seminários, conferências e outros eventos que valorizem a participação da mulher na comunidade social;

II – Desenvolver outras atividades de caráter social, cultural, bem como cívicas e filantrópicas;

III – Coadjuvar e apoiar atividades sociais, culturais e filantrópicas de entidades congêneres, particularmente da Ação Paramaçônica Juvenil;

IV – Promover por todos os meios a seu alcance, o bem estar da família das associadas, incentivando sua integração na comunidade;

V – Apresentar ao Grande Oriente do Brasil, por meio das Lojas federadas, propostas de efetiva participação da Fraternidade Feminina nas atividades comunitárias em comum com os obreiros;

VI – Estimular a prática da fraternidade entre as famílias associadas, dando ênfase às famílias dos maçons falecidos e inválidos, por meio de encontros, certames e visitas.

Princípios GERAIS

A Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul tem por princípios gerais:

I – A defesa dos deveres básicos de amor à família, fidelidade e devotamento à Pátria, cumprimento da lei e dedicação à comunidade;

II – O trabalho nobre e dignificante, como direito inalienável;

III – A livre manifestação do pensamento e a prática da tolerância, princípios basilares das relações humanas, respeitadas as ideologias e a dignidade de cada uma;

IV – A promoção do reconhecimento e das prerrogativas relativas aos direitos universais da mulher.

2 Responses

  1. Ricardo Azeredo Feitosa

    Caro Ir.’. Pedro Geraldo Boaratti,

    Logo que entrei para a Ordem no inicio de novembro de 2002, quando expressei a vontade de fazer a adoção dos meus filhos como Lowtons, fui convidado a fazer parte de uma Comissão de Lowtons que ainda não existia em minha Loja. Na primeira adoção que ocorreu a entrada de 5 novos Lowtons (2 eram meus). No ano seguinte mais 2. Já se fazia 14 anos que minha Loja não adotava ninguém. Nesse período passei a ter estreito contato com o presidente da Grande Comissão de Lowtons da Grande Loja do Estado de São Paulo, o Ir.’. Prof. Durval Maluf. Apesar dos seus esforços para erguer a instituição de Lowtons da GLESP, através de eventos, organização, e planejamento de torneios entre outras atividades; ele não conseguiu ir muito longe, pois faltava apoio das Lojas. Por motivos profissionais tive que me afastar de minha Loja por 2 mandatos. E desde então, mesmo depois do meu retorno, não houve mais a adoção em minha Loja. É comum os IIr.’. perguntarem para que serve a adoção, além de gastar dinheiro para faze-la? E realmente fica difícil mostrar a importância do ato de adotar se não fazemos nada, além disso.
    Achei interessante a sua matéria exposta no site da Revista Universo Maçônico, e gostaria de participar de uma sessão dessa Ordem de Lowtons que você descreve. Minha filha mais velha de 30 anos é Past Segunda Princesa das Filhas de Jô do Bethel numero 1 na cidade do Rio de Janeiro, e ajudou a fundar alguns Betheis pelo Brasil junto com o Alberto Mansur. Meu primeiro filho, de 23 anos, é da Cavalaria Demolay do Capitulo São Paulo numero 1 aqui em São Paulo. Minha segunda filha, de 21 anos, é Past Ilustre Preceptora da Assembléia Amor Perfeito numero 1, aqui em São Paulo. Sou membro da comissão dessa Assembléia. E meu filho mais novo, de 11 anos, é escoteiro.
    Estou montando um site sobre Lowtons que gostaria de sua participação. Aliais, peço a sua autorização para colocar essa matéria lá.
    Espero com expectativa o seu retorno,
    Um grande TFA.’.

    Ricardo Feitosa

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  2. eliana franco rufino

    eu tenho muito respeito,pelas familias maçonicas já frquento algumas lojas sou esposa de um demolay senhior e sou muito orgulhosa disso, que exaltar todas as ordens maçonicas de todo e rio de janeiro e os diginissimo venéravis oas cunhado,cunhadas tios e tios .um feliz ano novo pra todos e que o grande arquiteto do universo esteja conosco.

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