Para falar sobre a Ordem dos Cavaleiros Templários é preciso muito estudo, conhecimento e dedicação. Diversas entidades se autoproclamam como a verdadeira Ordem Templária, ou oriunda da mesma, porém, nem 2% de todas essas Ordens realmente são Templárias, ou nem sequer são baseadas nela.

O ponto em comum existente entre a maioria delas é de que os templários foram extintos em 1317, com a execução de Jacques DeMolay. A discordância entre a maioria das Ordens diz respeito aos muitos “segredos” e riquezas deixados por eles.

Como é difícil entrar no mérito dessas chamadas “Ordens”, onde a maioria é um grande caça níquel, a espreita de inocentes, prontos a gastar seu dinheiro em troca de um falso título, vou focar nosso assunto em uma Ordem séria, patrocinada pela A.C.A.M. (Associação Cultural de Aperfeiçoamento Maçônicos) do GOB.

Conhecida, na Inglaterra, “no País de Gales e nas Províncias Ultramarinas como “Unificadas Ordens Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta”, a Ordem Templária do Grande Oriente do Brasil é reconhecida mundialmente. Fato esse, que aumenta sua credibilidade e seriedade para com os nossos Cavaleiros.

Outro fator preponderante para a grandeza dessa Ordem está ligado diretamente aos seus Oficiais, que foram “renovados”, na noite de 13 de novembro desse ano, na capital do Estado de São Paulo.

Para essa ocasião, os Grandes Oficiais do Grande Priorado do Brasil e os Preceptores devidamente trajados, acompanhados de seus cavaleiros e portando suas condecorações e estandartes, estiveram presentes na Sessão Magna de Elevação e Posse do novo Grão-Mestre dos Templários, Eminente Irmão Mario Sérgio Nunes da Costa, e do Cavaleiro Grande Senescal (Grão-Mestre Adjunto), Eminente Irmão Wagner Veneziani Costa.

A reunião contou com a presença de grandes autoridades maçônicas, entre elas destacavam-se o Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva, o Grão-Mestre Geral Adjunto, Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira, além dos Exelentíssimos e Supremos Irmãos Manoel de Oliveira Leite, Santiago Ansaldo de Arostegui de Lerin Y de Contreras e Frank MacCornic, Grão-Mestres Passados do Grande Priorado do Brasil, o que abrilhantou ainda mais a sessão.

Todos os IIr.’. que ocuparam os cargos de Grão Mestre e Grande Senescal, na Ordem Templária do GOB, fizeram um excelente trabalho, e escolheram a dedo os seus substitutos. Muitos acreditam que a dupla “Costa & Costa” (carinhosamente chamados pelos IIr.’., por terem o mesmo sobrenome – Mário Sérgio Nunes da Costa e Wagner Veneziani Costa) pode levar a maçonaria de volta para o seu lugar de destaque, de onde nunca deveria ter saído, e o ponta-pé inicial, para esse trabalho, foi dado através da A.C.A.M.

Um Pouco Mais da Nossa Ordem

Considerando esse título (Unificadas Ordens Religiosas, Militares e Maçônicas do Templo e de São João de Jerusalém, Palestina, Rodes e Malta) impressionante, e a união de duas Ordens rivais e combatidas em sua época, não se pode alegar alguma conexão com as históricas Ordens Militares Medievais. Os registros maçônicos mais antigos dos Cavaleiros Templários, nas Ilhas Britânicas, são provenientes da Irlanda, enquanto os relativos à Inglaterra datam de 1777, nas Atas de Portsmounth. Os rituais eram trabalhados, em sua maioria, como graus suplementares em Capítulos do Arco Real (não confundir com o Real Arco norte americano) e não possuíam um Corpo Diretivo próprio.

Somente em 1791, com a união de sete acampamentos independentes, foi realizado o primeiro Grande Conclave da Ordem, quando Thomas Dunckerley foi eleito e instalado Grão Mestre.

Os anos que se seguiram não mostraram uma grande expansão. Ela foi extremamente lenta, particularmente sobre o Grão Mestrado do HRM, o duque de Sussex (1812-1843), que não mostrou desejo de convocar o Grande Conclave, o que explica a pouca atividade que existiu até após a sua morte. Nessa época, a Maçonaria na Inglaterra passava por uma situação muito delicada. A restauração da normalidade dentro da Ordem ocorreu em 1845, quando se deu a padronização do ritual e um rápido crescimento das Ordens Unificadas foi verificado.

Atualmente, o ingresso a membros na Ordem é feito somente por convite e é altamente considerado nos círculos maçônicos. Os graus que são praticados em mais de 480 Preceptórios sob o Grande Priorado da Inglaterra são: Cavaleiro Templário e Cavaleiro de Malta.

No Brasil, para fazer parte de um Preceptório de Templários é preciso, além disso tudo, fazer parte do Arco Real.

5 Responses

  1. MARCEL

    PREZADOS SENHORES,

    GOSTARIA DE TER A LISONJA DE CONHECER MELHOR VOSSA ORDEM.CHEGA A HORA NA VIDA DE UM HOMEM EM QUE ELE DEVE EXPLORAR O SEU CAMINHO EXPANDINDO OS HORIZONTES DE SUA CONSCIÊNCIA.
    SOU UM HOMEM DA CIÊNCIA, MAS TAMBÉM UM HOMEM QUE SABE UNIR FÉ E RAZÃO.
    AGUARDO VOSSO CONTATO.

    LUX SALVATORIS TENEBRAS ILUSTRATI COR
    PAX VOBISCUM

    MARCEL

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  2. welton Rodrigues

    Prezado Ir.’.

    Gostaria de obter maiores informações sobre Ordem dos Cavaleiros Templários do Brasil.

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  3. angelando pereira da silva

    queridos amigos sei de uma coisa,que todos nós tinhar mos que parabenisar estes ser tão sublini quer é amaçonaria, que so promove a união entre os povos, entre naçoes sem mem um tipó de reconpessa parabes queridos amigos. UM DIA EU SEREI UM NOBRE CAVALEIRO NOBRE…

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  4. Fernando da Costa Oliveira

    Grande Priorado do Brasil(ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS) = MAÇONARIA, verdadeiramente ideias e ideais, são de elevação humanitária em que todos são iguais sem distinção de raça, cor, credo somos uma só matéria, dentro do poderoso discretismo analiza as formas corretas e justas para com o seu sememlhante e tenta transpor barreiras de forma sensata, pois vivemos num Planeta que navega no Universo com todas as Leis atuantes, somos eternos viajante no espaço.
    Ainda Profano.
    PAZ PROFUNDA
    Fernando

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