O Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil, Soberano Irmão Marcos José da Silva entregou formalmente no dia 15 de maio, o comando do GOB por 28 dias ao Grão-Mestre Geral Adjunto, Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono Ferreira, em solenidade no Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito em São Cristóvão, Rio de Janeiro/RJ.

Entre alguns de seus atos, como Grão Mestre Geral em exercício, o então Soberano se pronunciou no dia 21 de maio de 2009, onde discorreu que o Ingresso na Maçonaria é facultado a todos os homens livres, Isto é, que além de autonomia financeira, estejam isentos de compromissos com o lado menos nobre da sociedade humana. Exige-se também que tenham conduta social exemplar além de comportamento familiar e irreprochável.

Não se encerra ai a série de exigências. É indispensável que o candidato seja favorecido por uma disposição da alma que o induza a praticar o bem. Eis o dote da virtude, que em todo Maçom se admira, e que a Ordem cultua com uma espécie de luminosidade imaterial a atrair o coração dos homens de boa vontade.

O processo de seleção é longo e complexo porque outros requisitos são necessários, e essa avaliação dura meses a fio a cargo dos melhores sindicantes de cada Loja, muita vez pondo à prova a firme e poderosa vontade de quem esteja decidido a passar a vida em busca da perfeição interna.

O ideal iniciático não homologa qualquer desvio que fira a ética maçônica, que menospreze o sentimento de alta moralidade que permeia nossos atos, especialmente no que toca à admissão de novos membros, os quais, em futuro previsível, poderão vir a influir no futuro da Ordem.

A rigorosa obediência a todo o ordenamento legal que cerca a iniciação maçônica, assim como a observância das condições subjetivas, responsabilidades básicas das lojas maçônicas e seus veneráveis-mestres, são a certeza da manutenção das tradições e da pureza da Franco-Maçonaria Universal”.

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