Queridos Irmãos, estando no período de férias maçônicas, portanto, muito saudoso do convívio fraternal, oferecido pelos Irmãos e pelas Lojas Maçônicas, a fim de amenizar essa distância, resolvi me debruçar em pesquisas afins, e assim, compartilho os despretensiosos apontamentos, somente com intuito de estreitar nossas relações fraternas.

Em nosso texto, falaremos sobre assuntos correlatos com a Tradição Maçônica, tais como: a origem da verdadeira Cabala, a origem das Ordens Dórica e Jônica, as Raças Humanas, as relações das Ciências Ocultas, entre outros assuntos.

Nosso objetivo não é esgotar os assuntos propostos, mas, sim, oferecer alguns poucos temas para reflexão e quem sabem para um debate de alto nível.

Os Irmãos iniciados (de fato e direito) na senda do saber poderão adentrar nas grandes verdades universais, e correlacionarem com a filosofia e doutrina maçônica. Para tanto basta, utilizar o caminho do Mestre Interior, a própria via cardíaca, como dizia o místico Louis Claude de Saint Martin.

Todas as grandes religiões, correntes espiritualistas e esotéricas de todos os povos ou raças, foram derivadas, superpostas ou adaptadas, com alterações de sua fonte original religiosa, a Religio Vera, como bem ressaltava Santo Agostinho: “São ramos de um tronco decepados de sua raiz”

Porém, todas essas derivações contêm fragmentos da grande verdade, pois que, por dentro delas, eles são identificáveis. E, sabemos que essa raiz ainda existe e está muito bem guardada, escondida ou veladas por certas Escolas Iniciáticas, como a Maçonaria.

Tal sabedoria, necessitou ser acautelada pelos antigos Mestres, para que não se perdesse por completo, trituradas pela ambição e pelo egoísmo das criaturas. Esse é o legado das antigas Escolas de Mistério.

Todavia, não se deve esquecer, que a grande massa humana ainda não atingiu condições psicológicas ou culturais para assimilar os mistérios e os conceitos da sabedoria cósmica; e por isso, a sua fé, suas crença sempre foram alimentadas com os mitos, as lendas e as crendices calcadas nos conhecimentos exotéricos, ou seja, os fatores externos dos ritos.

Assim, como iniciados não podemos criticar, nem censurar a ninguém. Devemos ser tolerantes, sem nos envolver!
A ciência dos Magos, a Sabedoria dos Patriarcas sempre existiu velada ou não, em todas as raças ou povos do mundo, desde a mais remota antiguidade.

Vale ressaltar que possuímos quatro raças primordiais, a saber: raça amarela, raça branca, raça negra e raça vermelha.

Contudo esse conhecimento original estava anarquizado na Ásia ou no Oriente, especialmente, no antigo Industão, que é a atual Índia. Quando surgiu um líder, chamado Rama, que conquistou os povos da raça negra (a atual Índia era colonizada pelos povos da raça negra) que haviam confundido e distorcido a síntese da Sabedoria Divina. Essa conquista de deu há 8.600 anos ( Conforme a obra: O Arqueometro).

Rama era um grande Iniciado da tradição Celta, era um grande guardião do conhecimento consolidado como Ordem Dórica.

E assim, Rama à frente de seus povos empreendeu novas conquistas, notadamente, nas regiões da África e da Ásia, isso por volta de 6.600 anos antes de Cristo.

Tendo conquistado setores africanos, logo implementou os seus ensinamentos entre os altos Sacerdotes Negros.
Assim deixando seus conhecimentos enraizados na Índia, na Ásia e em regiões da África. Foi através da influências diretas, que naquela época, surgiu no Irã, o primeiro templo com observatórios astronômicos.

Portanto, encontramos a raiz de conhecimento Ário, em todos os povos do passado, como constatamos através dos Mistérios egípcios os gregos, os persas, os chineses, os povos de Angola, Tenerife, Congo, os Incas do Peru, os Astecas do México, os Guaranis e Tupis do Brasil e outros.

E para fixar as provas da existência de Rama, ele mesmo deixou um livro circular, espécie de signário, com chaves secretos do mistério da vida e da morte. Segundo Saint Yves (conforme obra: O Arqueometro). Há três meios para fixar a data do ciclo de Rama: a cronologia dos Brahmas, a de Arriano e um documento escrito pelo próprio Rama. Essas informações e os cálculos das datas podem ser também constatados por Eduard Schuré (conforme a obra Os Grandes Iniciados).

Destarte, de 6.600 a 3.200 anos antes de Cristo, a Ordem Dórica imperou! Contudo, em 3.200 anos antes de Cristo, ocorreu o famoso Cisma de Irshu ou Erxu, na Índia, promovido por um príncipe desse nome, que acabou fazendo prevalecer a Ordem Yônica ou Jônica. Nesse momento, vale destacar, que a Ordem Dórica sustentava o princípio espiritualista, sendo Deus o princípio gerador e a Ordem Jônica impunha o princípio feminino como único, ou seja, o naturalismo).

Ocorreu um vandalismo, promovido pelas forças militares. Foi quando os Altos Sacertodes de Memphis do Egito copiaram os Planisférios Astrológicos deixados por Rama, formando os 78 conjuntos de figurações, eis o surgimento do Tarô.

E foram esses 78 Planisférios Astrológicos que cimentaram a original Cabala, justamente, através das chaves ideográficas, antológicas, morfológicas e sonométricas as regras científicas da confecção dos nomes sagrados.

Tanto é verdade, que a Cabala surgiu nesta época, que este termo já era utilizado, significando Tradição do Saber. E daí, nos Santuários Egípcios, a Cabala foi ensinada por Hermes Trimegistrus, o Três Vezes Grandes e, posteriormente, por Moisés, para os Judeus.

E assim, os Israelitas, de 1.500 a 1.600 anos antes de Cristo), que se distinguiam nas 10 tribos judias, essa Cabala foi ensinada entre eles por Moisés, e depois, com dispersão dessas 10 tribos (espécie de cisão) esse conhecimentos foi misturado com o da Ordem Jônica e acabaram se confundindo. Depois, há uns 600 anos antes de Cristo, Daniel e Esdras tentaram recompor esta Cabala, mas já originaria dos Caldeus. Assim é que surgiu a chamada e reconhecida como a Quabalah Hebraica ou Judaica, esta Cabala, que veio para o Ocidente, muito alterada e confusa.

Bem, nessa síntese confirma-se desde a antiguidade, uma só revelação, uma só lei, uma só religião, num só conceito de Deidade! Contudo, graças ao Cismas e Cisões todo o saber foi deturpado!

Ainda na era pré Cristã. Krishna “O Negro” foi pressionado pela política religiosa – Ordem Jônica, a inverter os conceitos e valores da Ordem Dórica. Foi nessa época, que surgiu o princípio da Trindade, com Brahma, Vishnu e Shiva. Antes, o princípio era binário. Daí é que as religiões adotaram esse princípio.

Essa história é o berço das Ciências Ocultas!

Essas ciências vieram, especialmente, dos povos de raça negra. Mas, de onde vieram os negros? Segundo inúmeros etnólogos, antropólogos e pesquisadores, o berço dos principais troncos raciais negros foi a Ásia. Então, de certa forma, a raça negra já dominou o mundo. Dominou desde quando atingiu seu apogeu, fazendo muitos prisioneiros de outras raças, com seus escravos. São os ciclos cruéis das raças, ora uma ora outra.

Bem, voltando ao tema central, os negros dominavam o Alto Egito. Foi quando Rama e Thor dominaram as colônias da raça negra. Segundo os historiadores, a raça negra possuía o maior conhecimento esotérico de todos os tempos.

Tanto é verdade, que Moisés foi iniciado nos mistérios por Jetro, sábio sacerdote da raça negra, que se tornou seu sogro, tendo dado sua filha Séfora, como esposa.

Esse conhecimento ainda está ocultado nas Escolas Esotéricas, tais como a Maçonaria a as Ordens Esotéricas, como nos cultos Yoruba ou Nagô), como nos Astecas e Maias (conforme obra: América Antiga).

Pasmem. O Brasil é centro espiritual do mundo!!!

Meus Irmãos, o mais nobre médium kardecista, disse e escreveu um livro com o titulo: Brasil, coração do mundo e pátria do Evangelho. Depois, em pesquisas, pude constatar que o Brasil foi a primeira região do planeta, a emergir… (conforme a obra: Muito Antes de 1500). Contudo, este é assunto para outra discussão, em outra oportunidade. O que vale, nesse momento, é salientar a responsabilidade do povo brasileiro, com a Espiritualidade. E por que não a responsabilidade do maçom com o Espiritual.

E assim, termino, utilizando parte do Hino Maçônico:

“Maçons, alerta!!!
“Tende firmeza, vigiai os direitos da natureza.”

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