Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei.

As letras i-t estão relacionadas à “cevada” e à “pai”. A terminologia IT, de NuIT, HadIT e Ra-Hoor-KhuIT, não apenas nos remete à Serpente de Bronze (a serpente enroscada na cruz), mas à toda virilidade, vigor e força do Deus (ou Deuses) que agora rege o Æon. É o Pai e o Irmão, isto é, o Gêmeo de cada ser humano.O boi é um animal do séquito de Set, sendo o animal que esmaga a cevada (i.e. Osíris). O porco é um outro animal relacionado à Set e por isso não era consumido pelos “egípcios” por ser considerado um animal imundo. Talvez daí que tenha surgido a tradição dos povos hebreus de também não comerem carne de porco.

A relação entre Ísis, o período matriarcal, e Set são extremamente profundas. Set, nesse período desempenhou o papel de “guardião” de Ísis. Ísis estava também relacionada à uma porca branca.Khu é o ser espiritual perfeito, a alma.

Khabs é o Espírito que emana, a Essência (Neter) do Espírito.Portanto, o Khabs está sempre no Khu e o que ele, o Khu até o Kabhs, é o falcão dourado do sol (Heru). Isto era conhecido no Egito antigo como Pert Em Hru, a Saída à Luz. Todos os faraós eram considerados como a encarnação Hórus (Ra-Heru-Khuti).Æon de Touro (Escorpião) – Æon de Peixes (Virgem) – Æon de Aquário (Leão). Observamos que a sequência dos Æons não são tão claros como podem parecer na teoria. O Æon de Touro já era marcado pelo influência de Osiris, apesar de ainda possuir muitas características matriarcais. Aliás, percebe-se claramente que o período matriarcal é muito anterior ao Æon de Touro e que o patriarcal é mais antigo do que parece em uma primeira leitura.O Egito possui historicamente aproximadamente de três mil à cinco mil anos antes da dita era cristã, mas deve possuir ao todo por volta de 8 mil à dez mil anos.Nos primódios do Egito o culto era matriarcal-estelar e o período patriarcal só surgira por volta de três mil à dois mil anos antes da dita era cristã. Portanto, querer dizer que o período Isiano remonta à quatro mil anos atrás, que o Osiriano à dois mil, é querer limitar a história e a evolução do pensamento humano a um período extremamente curto da história.”Adorada do Egito à Índia, da Grécia e Ásia Menor à África mais negra, a Grande Mãe foi sempre considerada a deusa da caça e da guerra; os seus ritos eram sangrentos, os seus festivais, orgiásticos.” A Grande Mãe, na figura de Ísis, era fálica, como podemos observar nos rituais de fertilidade. Daí vemos o resgate de Thelema quanto aos rituais de sangue e aos ritos de fertilidade.Neit (Nuit), “a mãe que gerou o sol”, era a deusa da guerra (e, consequentemente, da justiça) e aquela que abria o caminho nas batalhas. Ela era venerada especialmente pelas mulheres, apesar de conter todo um lado fálico, viril. Hórus, o filho e herdeiro, reina então sobre o mundo material. Osíris gerou Hórus de maneira totalmente espiritual, pois este primeiro estava morto; neste episódio vemos a referência ao escaravelho – a eterna potência. Osíris era a representação máxima do deus negro. Osíris “é um dos símbolos do chumbo”, na Alquimia, “sendo a transmutação deste no ouro solar de Ra o principal objeto da grande obra”.

Osíris – obra em negro; Hórus – obra em branco; Set – obra em vermelho Possivelmente, o Æon de Hııórus seja a união dos gêmeos Set e Osíris, na figura de Ra-Hoor-Khuit. Como Osíris é um deus morto, a única manifestação vem daquele que sobrevive, depois de tudo, que é Set.Set é uma deidade totalmente matriarcal, uma vez que Osíris era considerado por ele como um “homem estranho”. Set ainda diz: “Será que se quer dar o cargo ao meu irmão menor, quando eu, seu irmão maior, estou aqui?”.Seria Hórus filho legítimo de Ísis e Set?O dragão hostil (draco) é o símbolo de uma antiga ordem e estado psíquico.

A Fórmula AI (Apófis e Ísis) demonstra o retorno a uma Era muito mais antiga, que Thelema agora resgata, pois Osiris está morto, mas não enterrado e nem confinado ainda. E o fechamento da Fórmula com AZ demonstra a possibilidade de, finalmente, unir o Início e o Fim; é a “compreensão” ultimal da Irmandade de Todas as Coisas. E o Shin é a materialização da Vontade divina, tanto à nível material quanto espiritual. Esta materialização da Vontade divina é 93…Existe o Deus visível e o invisível, que é aquele que só pode ser conhecido pelo seu Gêmeo. O visível está manifesto em Tiphareth e em Malkuth, e o invisível em Kether. Os demais homens podem observar o Deus visível na manifestação física de seu Gêmeo, mas o invisível só por aquele que é o escolhido. O motivo disso é que Ra-Hoor-Khuit (Hórus) é quem se manifesta, para que Hoor-Paar-Kraat (Set) possa se manter no Silêncio.Somos ou manifestamos, ainda, características de Osíris; não há como negar tais características no comportamento humano. Talvez só estejamos totalmente livres de tais características quando o Æon estiver totalmente estabelecido: daquí há uns quinhentos anos.

Set era o representante e o “guardião” de Ísis, a Mãe Terrível (o dragão-mãe), a Senhora da Magia(k) e da Palavra Oculta. Hórus é o Phallus elevado ao céu.O Liber AL vel Legis ocultam chaves que podem ser utilizadas e outras que passam completamente desapercebidas por nós, pois estão muito além de nossa compreensão.Nuit, Hadit e Ra-Hoor-Khuit são as manifestações específicas de uma única Entidade, que são necessários para os determinados níveis da consciência humana e ou divinas. A Tríade é apenas a manifestação externa e compreensível daqueles que se auto-denominam de Companhia do Céu. Eles são os “famosos” Mestres Secretos que eram reverenciados no antigo Egito pela imagem de Set e, mais tarde, pela de Amon-Ra.A compreensão disso tudo é a verdadeira Magia(k) que nos trouxe Mestre To Mega Therion 666.

A verdadeira fonte é unica…

Amor é a lei, amor sob vontade.

Não é de se espantar que na tradição católica exista aquele defensor da fé que mata o dragão. O dragão é o símbolo de um tempo em que a mãe subjugava o pai e quando este último sai vencedor tenta a todo custo destruir tudo o que fizesse lembrar aquele tempo primevo.

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