Durante a XX Conferência da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) realizada em Curitiba (PR) no ano de 1991, foi aprovado o MANIFESTO À NAÇÃO, que dizia na sua abertura: “Como maçons, preocupa-nos o advento no estrangeiro de planos para a internacionalização da Amazônia”

Ao longo de vinte e tantos anos de pesquisas sobre ações geradas pela ARTE REAL em defesa da Amazônia, detectamos apenas uma. A Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2014, divulgou através de seu Grão-Mestre uma mensagem-denúncia sob o título – “A Amazônia e a Cobiça Internacional” da qual transcrevemos o seguinte trecho: “Ora em tramitação no Congresso o projeto de concessões que representará, na verdade, a entrega da exploração mineral existente no subsolo amazônico – quantidades consideráveis de bauxita e manganês, enfim, uma infinidade de bens que há muito tempo são motivos de cobiça de poderosos grupos internacionais”

Nosso irmão Francisco Batista Torres de Melo, General de Brigada do Exército e ex comandante de tropas no Amazonas, chegou a dizer em entrevista ao jornal O Povo (Fortaleza) edição de 30-04-1995: “A sagrada unidade nacional está sendo ameaçada pelos países, principalmente pelos Estados Unidos, megalomaníacos auto proclamadores tutores do mundo”. Possivelmente uma resposta ao que chegou a dizer Al Gore, vice presidente dos EUA, 1989: “Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós”
No ano de 2007, foi publicado o livro de Zelito Magalhães – “Amazônia, a Cobiça do Mundo” sob os auspícios do Banco do Nordeste do Brasil. A publicação é o resultado de vários anos de pesquisa em que o autor aborda sobre as incalculáveis riquezas do maior patrimônio verde da humanidade. Riquezas que vêm sendo exploradas principalmente por inescrupulosos estrangeiros que delas se apossaram há mais de século. O livro reserva um capítulo à queimada de florestas e derrubada diária de árvores centenárias, equivalente a oito campos de futebol. A exploração de suas reservas naturais e minerais, etc. complementam o histórico.

O interesse maior de Zelito é que brasileiros da maior parte do Brasil, notadamente das regiões do eixo amazônico, tenham a oportunidade de conhecer uma publicação de tamanha envergadura. Só assim poderão se inteirar, de maneira mais consciente, de que a Amazônia pede socorro. Desta forma, conclamamos as Potências Maçônicas, respectivas Academias de Letras e congêneres a se engajarem na cruzada que vimos pregando a favor da soberania do maior patrimônio florestal da humanidade. Aproveitamos o ensejo para colocarmo-nos à disposição das Grandes Lojas do Brasil que se dignarem tirar nova edição da referida obra, devendo a renda destinar-se às ações sociais das mesmas. Matriz do material gráfico será encaminhado a quem interessar possa.

Deixar resposta

Seu endereço de email não vai ser publicado.