O pavimento mosaico com os seus quadrados brancos e pretos representa a variedade do solo terrestre.

Ligados pelo mesmo cimento simbolizando a união de todos os maçons, apesar de diferenças de cor, de clima e opiniões políticas e religiosas, remetem ao maçom a humildade que lhe deve ser inerente, perante as mais variadas representações da fé do Criador, orientando-nos para o caminho da tolerância e desapego aos preconceitos quando nos deparamos com conceitos diversos de religiosidade, mas, que afronta as leis maçônicas, devem ser respeitadas e vistas como exteriorização do amor ao G.’.A.’.D.’.U.’., simbolizam seres animados e inanimados, é também a imagem do bem e do mal que se acha semeada na estrada da vida.

A orla dentada que o cerca simboliza o princípio da atração universal insta-nos a unirmos cada vez mais, nos mais variados níveis de convivência social, que seja em nossos círculos de amizade, de família ou de fraternidade em torno de nossa Loj.’. e com nossos Irmãos em todo o mundo, por meio do amor fraternal.

O pavimento mosaico é originário da Suméria, na Mesopotâmia (terra entre rios) região da Ásia situada entre os rios Tigre e Eufrates, atualmente os países de Irã e Iraque, que abrigou ao lado do rio Nilo as mais antigas civilizações organizadas da terra. Os sumérios também desenvolveram a agricultura com técnica de irrigação e drenagem do solo, construção de canais, diques e reservatórios, utilizando instrumentos de tração animal. Criaram a escrita cuneiforme (gravação de figuras com estiletes sobre tábua de argila) e faziam cerâmica e esculturas de pedra e metal.

A simbologia do pavimento mosaico, no geral, a imagem do bem (representada pelos quadrados brancos) e a do mal (representada pelos quadrados pretos), em que essa linha de raciocínio está ligada a um pensador que viveu por volta de 540 a.C. – 480 a.C., conhecido como Heráclito, nascido em Éfeso, cidade da Jônia, de família que ainda conservava prerrogativas reais (descendentes do fundador da cidade), desprezava a plebe, recusou–se sempre a intervir na política, manifestou desprezo pelos antigos poetas, contra os filósofos de seu tempo e até contra religião. Foi considerado o mais eminente pensador pré-socrático, para quem tudo o que existe está em constante movimento e nada dura para sempre.

Desenvolveu o conceito de “constantes opostas”, pelo qual o bem quanto o mal são necessários, pois se não ficássemos doentes, não conheceríamos o significado da saúde, se não houvesse guerra, não conheceríamos o valor da paz, se não houvesse inverno, não experimentaríamos a agradável sensação do verão.

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