A Maçonaria é a mais nobre das Instituições. Agrega em suas colunas todos os homens, com seus credos, suas profissões e com suas convicções, desde que sejam livres e de bons costumes.

A filosofia maçônica, a doutrina da arte real e a nossa cotidiana liturgia canalizam seus ensinamentos para o desenvolvimento moral de seus afiliados.

Enfim, nossa Fraternidade busca aprimorar seus iniciados, transformando-os em homens sensíveis ao bem, notadamente, ao bem comum. E assim, por conseguinte, a nossa digna Arte Real alcançará o objetivo almejado, que é a formação de construtores sociais, para trabalharem no Grande Edifício Social, eis a Grande Obra dos Alquimistas.

É sabido e notório que nossos dirigentes, indistintamente, não medem esforços em fazer progredir nossa Augusta Confraria, porém, na mais das vezes, padecem diante das dificuldades oriundas da vaidade, do egoísmo, da egolatria, do abuso de autoridade! Ora sendo sacrificados, ora sendo os sacrificadores!

Destarte, podemos notar um paradoxo no seio maçônico, muitas vezes, as mãos e as inteligências que constroem templos à virtude, também se entregam, inconscientemente, aos sentimentos menores da vaidade e do egocentrismo.

E dessa forma, a Maçonaria, vai estagnando-se. Com uma atuação enfraquecida, busca-se viver de saudosismo ao passado, como bem relata o nobre escritor Irmão Theobaldo Varoli Filho, em sua obra Curso de Maçonaria Simbólica, tomo I, pág. 190 e seguintes:

"Ainda há (os maçons) saudosistas que relembram demasiadamente as grandes figuras que passaram pela Maçonaria. Por via de regra, os grandes maçons devem ser lembrados, mas com certa cautela e sempre com a certeza, […]

  • Henrique Jorge

    Como é bom trazer á memória aquilo que nos trás esperança, tempos gloriosos de um passado, lutas, conquistas, grandes vultos que marcaram seus nomes com estiletes afiados na sólida rocha da história; servem para nos impulsionar á frente, rumo ao amanhã mais glorioso, á novas lutas, tendo os exemplos do passado como combustível que alimentar a esperança no exercício do bem fazer. Porém, trazer á memória o que nos trás esperança é apenas um meio para uma finalidade maior, a finalidade de continuar sendo cada vez mais, infinitamente mais presentes no instante atual em que vivemos. Gostaria de ser Maçom,não só para beber das fontes límpidas e majestosas dos grandes vultos do passado, mas para ser como instrumento bem afinado, nas mãos de uma Maçonaria contemporânea, um instrumento á melodiar harmoniosamente, por uma sociedade mais humana.

    Henrique Jorge da Silva Sacramento

  • http://leonardo leonardo pinheiro

    as pessoas julgam as outras pela aparência, as aparências enganam, seja voce mesmo, faça o que seu coração mandar, seja bom, seja justo nas tuas atitudes e ajude seus inimigos e os pobres, faça algo hoje de bom a seu amigo, um tri abraços aos meus ilr.´. leonardo pinheiro.´. santo antonio da platina
    ha adorei o portal maçonico muito bom parabens ;.,;.,;.,