POESIA


Onde não houvesse uma candeia acesa,
bem sei, que, a iluminarias, 
Acendedor Sempiterno
e, se a luz opaca não banhasse 
o planeta nascente, sei que a avivarias, Construtor de Cosmos,
Pedreiro e Arquiteto do Universo!
Perdessem-se Teus filhos 
nas noites prescritas.
Tu os ampararias, Braço eterno,
e as cítaras da Sidérea Sinfonia
unir-se-iam a Ti, Revelação Construtora
nas paragens edênicas!…
Arquiteto dos mundos,
falam-nos os arcanos de Teus 
feitos imemoriais;
Canta-se Tua Existência nas odes

místicas da natureza.

Pedreiro da Edificação Infinita.
Vivem para glorificar-te os astros, 
entrosados no mecanismo Supremo.
E o micro macrocosmos, 
no Poema Sublime.
Evoca-Te, Construtor
Inconstruído de Universos!

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