Propus-me a escrever algum trabalho para a loja e então passei a recordar o que eu já havia lido de interessante e que contivesse algo relacionado a crescimento pessoal, moral ou algo ligado a isso. Lembrei-me então de três livros que me chamaram a atenção pela mensagem que eu havia encontrado e gostado.

O primeiro foi o livro Ilusões Perdidas, de Balzac, em que ele em determinada parte narra o encontro do personagem principal com uma pessoa misteriosa, no qual esta aconselha aquela.

O segundo foi o livro As Vinhas da Ira, de Steinbeck, que narra a saga de uma família norte-americana no início do século XX, que sai do leste dos Estados Unidos da América e segue para o oeste, em direção à Califórnia em busca de uma vida melhor, sendo que, em certo momento, o escritor narra o diálogo de duas pessoas, em que um pregador comenta para o outro a vida de um terceiro.

O terceiro foi o livro O Tempo da Memória, de Norberto Bobbio, uma autobiografia, em que ele, em certo capítulo, disserta sobre quais as coisas que ele sente que foram mais importantes para ele na sua vida.

Não possuía nenhum deles em casa para relê-los e embasar um texto, mas o que me veio em mente foi que os assuntos que me chamaram mais a atenção para a feitura de um trabalho, possuíam o mesmo tema. Eles falavam sobre a preocupação com o exterior e o material e lembravam que o mais importante era lembrar do interior e do simples.

Então, prosseguindo na análise, percebi que muitas vezes eu distanciava-me dos ensinamentos constantes do Sermão da Montanha (Matheus, cap. 6, vers. 25-34), bem como, também pude perceber, que muitas vezes, quando nós admiramos certa obra ou ensinamento, como uma verdade a ser seguida ou uma filosofia a ser aceita, principalmente para ser recomendada aos outros, em verdade, muito mais serve a mensagem para nós mesmos do que para qualquer outra pessoa, pois compreendi que se fala primeiro a si mesmo.

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